sábado, 19 de novembro de 2011

O IDEAL DE UM GUERREIRO

O IDEAL DE UM GUERREIRO
2001 - EVANGELISTA MOTA NASCIMENTO
Todos os direitos reservados ao autor

PREFÁCIO
O escritor e ensaísta Evangelista Mota Nascimento, nos premia com mais um dos seus
interessantes trabalhos. Em O Ideal de um Guerreiro, obra que chega como uma brisa suave, este
ourives da palavra resgata de forma clara e objetiva toda a trajetó -ria laboriosa desde a articulação,
fundação e instalação do Capítulo Demolay em Açailândia.
É de bom alvitre que todos os leitores se debrucem sobre esta valiosíssima obra de cunho histórico
no sentido de conhecer com mais profundidade a literatura maçónica e demolay, das quais poucos têm
acesso. O Ideal de Um Guerreiro é uma luz viva na medida em que resgata a história do Capítulo Demolay
em Açailândia, e propõe lições de vida para todos nós.
Como bem disse um pensador chinês "Não há bons ventos para aqueles que não sabem para onde
vão". Evangelista Mota soube navegar por muitos mares com a bússola da sabedoria até de scobrir um
tesouro de riquezas que agora oferece a Açailândia e ao mundo.
João Bosco Gurgel Professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira.
APRESENTAÇÃO
Precisamente às 14 horas do dia 14 de março de 1992, nas luxuosas instalações do Hotel Glória,
Rio de Janeiro, o Supremo Conselho do Grau 33, Rito Escocês antigo e aceito da Maçonaria para a
República Federativa do Brasil, investiu Evangelista Mota Nascimento Grande Inspetor Geral da Ordem.
Neste meu primeiro encontro fraternal com os dignos irmãos da Ordem Maçónica e Corpos
Filosóficos deste imenso país, descobrimos algo imensurável na nossa entidade. Descobrimos também, os
Demolays do Capítulo Primaza do Brasil, os quais me saudaram com uma calorosa salva de palmas e a
leitura do Salmo 90:12.
Essa calorosa receptividade despertou em mim que há nos seres humanos valores intelectuais e
morais que, por vezes, necessitam ser despertados e pos tos em ação, devidamente canalizados.
Ao lembrar-me que o Maranhão é uma terra de pessoas virtuosas, porém carentes de
conhecimentos sociais. Imediatamente após o cerimonial, procuramos o Irmão Alberto Mansur, Patrono
da Ordem Demolay no Brasil, para dele saber como levar para a minha terra tão sublime escola de
preparação juvenil. Dele recebemos as instruções necessárias de como formalizar o processo do nosso
ideal e assim foi feito.
Todos os procedimentos, bem como nossas vi agens de agilização, estão registradas neste modesto
documentário de valor histórico para todos aqueles que se interessarem pela literatura maçónica e Demolay.
O autor.
INTRODUÇÃO
Construir um livro de qualidade é uma meta que conduz os esforços de pesquisar e estudar muitos
outros livros. Exige medidas e decisões de ordem cultu ral que incluem investimentos na área
educacional, valorização do leitor, entre outros. A questão juventude também se insere como importante
razão pela qual as Associações filantrópicas não governamentais têm se preocupado com a elaboração de
propostas sociais que incluem novos conhecimentos dos jovens, a forma de organizá-los, e o
tratamento metodológico, nas formas de atuação, tendo em vista contribuir para a melhoria dos nossos
futuros líderes juvenis.
A Constituição da Maçonaria Universal, também sinaliza conteúdos sociais para esse público,
com o objetivo de ajudar na formação social comum e o respeito aos valores pois, quais eles são detentores
na sociedade nacional os introduzo esse documento. Com base nos modestos conhecimentos Ma çónico
e Demolay que detenho, escrevo essa peque na obra, que certamente será muito útil aos jovens
desejosos em conhecer o ideal da sua vocação.
Os capítulos que seguem nele servirão de referência de como se forma um novo líder. Neste sentido,
a Maçonaria e a Ordem Demolay, através de seus representantes consti tucionais e regimental, inscreve-se
dando informação de como se forma uma liderança e aprendizagem essencial de um cidadão crítico,
participante, reflexivo e autónomo.
Esta obra não pretende constitur-se num modelo rígido e obrigatório de sociedade, mas é um
referencial que demonstra o ideal de um jovem guer reiro de como se pode fazer alguma coisa para melhora a
qualidade social dos jovens de todo mundo.
Com base no material estudado, nas viagens que fizemos em várias parte deste imensso país em busca
dessa causa, introduzo no mercado literário mais esta obra de cunho cultural e social, que intitulamos de O
Ideal de um Guerreiro.
O Autor.
A EXCELÊNCIA DA MAÇONARIA
A literatura maçônica tem sido amplamente divulgada e discutida nos últim os tempos,
entretanto, nenhum escritor consegue provar como, quando e onde ela surgiu. Sabe -se, apenas, que
ela é secular porque apresenta sinais bastante evidentes dos povos primitivos (homens das
cavernas). Tem também evidências bíblicas. Outros chegam a afirmar que Adão, Abraão, Moisés e
o próprio Jesus Cristo foram inici ados maçom.
Então, fazendo uma investigação mais profunda sobre o assunto, encontramos no acervo literário
da Ordem, documentos que evidenciam estas informações. Entre tantos, um assinado por Henry Yevie,
no dia 2 de fevereiro de 1356, cujo documento foi registrado na Prefeitura de Londres, Inglaterra, como
primeiro Estatuto da Ordem Maçonaria, o qual deu subsídio ao Reverendo da Igreja Anglicana, James
Anderson escrever a primeira Constituição Maçónica, promulgada no dia da fundação da primeira Grande
Loja Maçónica do Mundo (24 de junho de 1717). Daí em diante a Ordem Maçónica foi se difundindo
por todos os recantos da terra.
Em 1814, alguns ilustre brasileiros foram iniciados numa Loja Maçónica em Coimbra, Portugal. Foi o
bastante para que ela chegassem até o Brasil. As primeiras reuniões aconteceu dentro de barcos pes -
queiros, ancorados na Bahia de São Salvador (Bahia), Bahia da Guanabara (Rio de Janeiro), Porto dos
Guararapes (Pernambuco), Porto de Ver -o-Peso (Pará) e Bahia de São Marcos (Maranhão), naquelas
rústicas embarcações os ilustres maçons planejaram a
fundação de uma Loja Maçónica no Brasil, o que aconteceu no dia 17 de junho de 1815. Naquele dia: José
Bonifácio de Andrada e Silva, José do Patrocino, Gonçalves Ledo e outros ilutres maçons fundaram no Rio
de Janeiro a Loja Maçónica Comércio e Arte (a primeira deste país). No dia 17 de abril de 1822 iniciaram
o Príncipe Regente do Brasil, Dom Pedro I. Três dias depois o elevaram ao grau de mestre-maçom, e o elegeram,
também, Grão-Mestre da Ordem e dele solicitaram a imediata Independência do Brasil. Como ele
tinha em poucos minutos prestado juramento perante uma Assembleia de homens livres e da Bíblia Sagrada,
tornar felizes os brasileiros de acordo a vontade da sua maioria, marcou para o dia 20 de agosto do mesmo
ano (1822), uma reunião com todos os mações do Brasil para tratarem do assunto. Naquela reunião marcaram
para às 10 horas do dia 7 de setembro, às margens do Riacho Ipiranga, São Paulo o local em que seria
dado o grande grito de liberdade deste enorme país. Daí em diante a Maçonaria se difundiu em todo o país
e, em 1855, ela chegou nos Estados do Maranhão e Pará.
Não temos datas concretas, no entanto se sabe, que as Lojas Maçónicas de Belém do Pará e São
Luís do Maranhão respectivamente: Aurora, António Baena, Cosmopolita, Firmeza e Humanidade,
Renascença, Firmeza e Fraternidade Sourense, Humanida de e Concórdia, Beckmam, 17 de Outubro, Rio
Branco IV, Independência, Lauro Sodré, Deus e Caridade, foram as primeiras fundadas nestes dois
estados, ambas pelo Grande Oriente do Brasil. A evolução destas lojas fez com que no dia 27 de julho
de 1927, fosse constituída a Sereníssima Grande Loja do Pará, que teve como Grão-Mestre Apolinário
Pinheiro
Moreira, cujo malhete o conduziu até sua morte. No dia 21 de abril de 1928, ele tomou a jurisdição do
Maranhão. Mas, no dia 27 de março de 1960, Joa quim Mendonça Habibe fundou a Sereníssima Grande
Loja do Maranhão, cujo malhete conduziu por muito tempo.
O anfitrião de toda esta magnânima história (O Grande Oriente do Brasil), ficou cambaleando na burocracia
do progresso maçónico até o dia 15 de no vembro de 1964. Nesta data José Ribamar Guima rães
de Sousa, juntou-se com outros irmãos maçon e fundaram o Grande Oriente do Maranhão.
Nestas alturas a cidade de Imperatriz, despontava um crescente pólo de migração e desenvolvimento
industrial, fato aquele que trouxe para suas frontei ras ilutres cidadões entre eles destacamos: Re nato
Cortes Moreira e Evangelista Mota Nascimento, os anfitriões da Maçonaria na região Tocantina, estes se
aliaram a outros iniciados na Ordem e fundaram, no dia 13 de maio de 1964, a Loja Firmeza e Humanidade
Imperatrizense, N° 1638, no dia 4 de setembro de 1970, a Loja União e Fraternidade Imperatrizense, N°
10,nodia 15 de dezembro de 1973,aLojaDom Pedro I, N° 10, no dia 20 de maio de 1774, a Loja
Lauro Tupinabá Valente, N° 16, no dia 3 de março de 1976, o Triângulo Maçónico 18 de Março, no dia 22
de junho do mesmo ano (1976), a Loja Heitor Cor reia de Melo, N° 19, no dia 19 de setembro de 1979, a
Loja Lealdade e Justiça, N° 31 e no dia 17 de no vembro de 1990, a Loja Juvino Oliveira, N° 46, nos
Orientes de Imperatriz e Açailândia respectivamente, cujas lojas agregam nos dias de hoje um contigente de
aproximadamente 3 mil membros ativos e inativos.
A ORIGEM DA ORDEM DEMOLAY
Na virada do milénio passado, surgiu no Oriente e Ocidente vários boatos de que o mundo iria se
acabar. Tais boatos despertaram os religiosos de todo o mundo, que a salvação de tão grande catástrofe es -
tava na terra sagrada (Jerusalém). Foi o bastante, para que multidões de peregrinos seguissem a toda sorte
para Jerusalém, uma viagem longa e sofrida. Como naquela época a cidade era murada e tinha apenas
uma porta de entrada, muitos daqueles peregrinos fi caram ao redor do muro mendigando migalhas de ali -
mentos para não morrerem de fome. Entre aquela gente estavam (Hugues de Poyns e Godofredo de Sant),
dois Cavaleiros dos Templares (Ordem do Império). Estes, sensibilizados com os sofrimentos dos mais
pobres que agonizavam de fome e frio ao redor do Palácio do Rei da Galiléia (Balduino III), pediram ao
Rei compaixão daqueles pelegrinos. Sensibilizado com o pedido, os atendeu imediatamente, com: hospedagens
e alimentos no próprio palácio.
Hugues de Poyns e Godofedo de Sant; usavam no peito uma pequena comenda da Ordem dos Ca -
valheiros Templares, doada pelo lendário Salomão, cuja insigna despertou o Rei Balduino a perguntar, o
que significava e para que servia aquele distintivo. Sabiamente disseram ao Rei: é o símbolo da Ordem
dos Templares, fundada em 1118, uma instituição fi lantrópica que tem como objetivo principal, tomar feliz
a humanidade, sem distinção de cor, sexo, raça, credo religioso e político. Cuja entidade, foi reconhecido
pelo Papa Eugênio III como uma Instituição de Caridade em 1128, dez anos após a sua fundação, a
quem atribuiu algumas vantagens para ela, como a isenção do pagamento de dizimo. Admitiu também, que
os Templares era uma coisa indispensável para a credibilidade dos povos, concluía Hugues de Poyns e
Godofedo de Sant.
O crescimento da organização, foi fragrante, em menos de duzentos anos tinham mais de 9 mil membros,
tornando-se assim uma Ordem rica e potente, chegando a possuir um terço da França, Inglaterra, e
Portugal. No entanto, sua grandeza despertou a inve ja e curiosidade do Rei da França, Felipe IV, sobre a
potencialidade da Ordem, o qual se aliou ao Rei Clemente V e ao Papa Betcheol para armar um plano de
invasão do Templo e conhecer os segredos que leva va tamanho sucesso naquela organização. Daí em di -
ante muitas perseguições e dificuldades financeira se instalaram na Ordem.
Na ocasião o Grão-Mestre da Ordem era Jackson Demolay, o 22° da história dos Templares,
que também era padrinho de um dos filhos do Rei Felipe. De maneira sutil e covardia, em uma noite de
1307, o exércitos perseguidor da Ordem dos Templares atacaram e saquearam suas instalações,
prenderam os principais líderes da época: Guy D'Auvergnie, Godofredo, Goneville, Hueg de
Poydeud e Jackson Demolay, deles solicitaram que revelassem os segredos da Ordem. Como não foi re -
velado, alguns foram mortos e outros queimados vi vos, entre estes, Jackson Demolay, (era a famosa
inquisição da Igreja Católica Apostólica Romana que reinava em todo mundo, com as maiores atrocidades.
Terminado o período da inquisição, algumas criancas carentes da cidade de Kansas City, Estados Uni -
dos, procuraram ajuda aos maçons: Frank Sherman e Loui Lower, dois pedreiros da Arte Real, que sensibilizadas
com o clamor daquelas crianças, sentiram nas suas almas que havia uma importante obra a ser feito
para as crianças de todo mundo e estavam certos de que alguém um dia haveria de fazer. Então, foi aí que
eles disseram àquelas crianças que fossem em todas as escolas da cidade de Kansas City e disseram para
todos os estudantes com idade de 13 a 21, que eles iam fundar naquela cidade uma Associação Benefi -
cente para os jovens estudantes que estavam em difi culdades de aconchego familiar.
A notícia foi levada em todos os estabelecimentos de ensino da cidade que precisava ser feito algu -
ma coisa boa aos jovens carentes de todo o mundo. Mas, só oito jovens aderiram aquele chamamento, e
no dia 18 de março de 1919 fundaram a pro pagada Associação, que foi chamada de CAPÍTULO MÃE
DO MUNDO.
Como estava recente o trágico assassinato de Jackson Demolay, um pedreiro da Arte Real "que
tinha sido queimado vivo pela a inquisição da Igreja Católica Apostólica Romana", a Associação e
Capítulo Mãe do Mundo de Kansas City, foi chamada de ORDEM DEMOLAY, uma Justa homenagem
feita àquele que quando em vida era o maior defensor e orientador dos princípios básicos e necessários
para que toda humanidade, em especial os jovens seguis sem uma sociedade mais justa e harmoniosa,
dentro da: Fraternidade, Liberdade e Igualdade Para Todos.
Por estas e outras razões a da Maçonaria Universal, adotou em todo mundo, os Demolays como
parte integrante do seu corpo docente e ao mesmo tempo, cedeu suas instalações para que eles realizassem
suas reuniões, formais e informais de todo Universo.
Nos dias de hoje os iniciados na Ordem Demolay, são por excelência grandes líderes. Exemplo
disto é o Demolay o e ex-presidente dos Estados Unidos, BillClinton.
Em 1980 O Grande Comendador do Supremo Grau 33 da Maçonaria Filosófica do Brasil, Irmão
Alberto Mansur, foi a uma conferência Maçónica nos Estados Unidos. Lá foi calorosamente recepcionado
pelos Demolays Americanos, como intelectual e estudioso da Ordem Maçónica e dos Templares. Logo lhe
despertou a curiosidade de perguntar sobre aque la organização de jovens. Depois das explicações concluiu
que era mais uma causa nobre que os maçons defendiam, como bem da humanidade. E vendo que era
bom se interessou em trazer tão sublime Ordem para o Brasil. Assim sendo, o Presidente do Conse lho
Consultivo da Ordem Demolay Americano o nomeou e outorgou-lhe direitos para fundar um Capítulo
Demolay no Brasil.
Alberto Mansur ao retornar à sua terra natal, Rio de Janeiro, reuniu -se em 16 de agosto de 1980
com 43 jovens de idade entre 13 a 21 anos, em cuja data fundaram O CAPÍTULO DEMOLAY
PRIMAZIA DO BRASIL E MARTE DA AMÉRICA DO SUL, o primeiro deste país, que teve inicialmente
comoMestre-Conselheiro o jovem Jorge Mansur Júnior.
Jorge Mansur Júnior; além de administrar internamente o seu Capítulo, divulgou em todo o País, di -
zendo para jovens e maçons, que a Ordem Demolay era uma entidade virtuosa em todo o mundo. A sua
dinâmica resultou na fundação de outros Capítulos, nas principais cidades de todo o território nacional. Entre
estes o Capítulo de Natal, Rio Grande do Norte e São Luís do Maranhão, fundados em 1991.0 de São Luís,
recebeu o número 144 e Raimundo Ferreira Marques, Grão-Mestre do Grande Oriente Autónomo do
Maranhão como Oficial Executivo para o Estado.
Infelizmente o Capítulo Maranhense ficou só na fundação, constitucional. Naquela época, Evangelista
Mota Nascimento era Venerável Mestre da Loja Ma çónica Juvino Oliveira, N°46, mesmo assim, se fez
presente naquela fundação.
Em março de 1992, Evangelista Mota Nascimento foi a cidade do Rio de Janeiro para a investidura
do grau 33, lá foi fraternalmente saudado pelos Demolays Cariocas, onde revitalizou a ideia de fundar
um Capítulo em Açailândia. No entanto, teria que bancar com todas as despesas necessárias para a comitiva
instaladora (passagem, hospedagem e alimentação). Como suas possibilidades financeiras não estavam a
altura de tal despesa, pediu orientação ao grande Mes tre Mansur de como fazer tal investimento. Este lhe
orientou a fazer ofício solicitando os procedimentos necessários o que foi efetuado de acordo as instruções.
A caminhada foi longa e difícil, até o dia 28 de maio de 1993, data esta em que foi fundada na cidade
de Rondon do Pará, p Capítulo Demolay Euná pio Ataíde Pinheiro. Ora, sendo a cidade de Rondon muito
próxima de Açailândia, Evangelista pediu ajuda aos seus fundadores, os quais atenderam com a máxima
gentileza.
Eduardo Ribeiro de Aquino, Eminente Delegado de Grão-Mestre para a Ordem Maçónica e
Demolay no Estado do Pará, reconheceu o empenho de Mota e com ele agendou para o dia 9 de abril de
1994, uma Cerimónia de Apresentação Demolay ao Público, na cidade de Açailândia. Mota ao chegar na
sua cidade, procurou o venerável mestre da Loja Simbólica Juvino Oliveira, N°46, Irmão, Dorgival Gerônimo da
Silva, para convidar os obreiros da sua loja e co -com irmãos da região à participarem daquela
apresentação, o que foi feito com brevidade as Lojas: Juvino Oliveira, N° 46, Heitor Correia de Melo, N° 19,
União e Fraternidade Juscelino Kubitschek, N° 48, a primeira Delegacia da Grande Loja do Estado do
Maranhão sedeada na cidade de Imperatriz, a Loja União e Fraternidade Imperatrizense, N° 10, Dom
Pedro I, N° 13, Lauro Tupinabá Valente, N° 16, Lealdade e Justi ça, N° 31 e a Loja Estrela Rondonese, N°
27.
A delegação Maçónica que veio de Rondon do Pará, para à apresentação Demolay em Açailândia foram:
Eduardo Ribeiro de Aquino; Jesuel Alves de Aguiar; João Crisortes de Oliveira; Serafim de Car valho
Pinho e suas respectivas esposas. Demolays: Carlos André Ferreira; Emerson Vander Soares
Cangussú; Eumar Carvalho Pinheiro; Evando Caires Padrinho; Eduardo Ribeiro de Aquino Neto; Everton
Monteiro Bahia; Diógne Lago Sousa; Gilson Tavares Queiroz; José Roberto Ferreira; José Maria Diniz;
Jurandir Leal Pessoa; Jonildo Lima Leitão; Leudivam Lensi; Márcio Almeida; Odson Lopes Moreira; Obert
Lopes Moreira; Paulo Jorge Tavares; Rômulo Miranda Colares; Ricardo Tavares de Almeida; Sebastião
Tavares Neto; Tarcizio da Silva Costa; Wagner Soares Cangussú e Willdeglande Pereira de Arruda. De
Açailândia: Célio Rafael de Oliveira; Dogival Gerônimo da Silva; Evangelista Mota Nascimento;
Florentino Pedre; Jailton Alves de Oliveira; José Inácio de Lima; Joaquim Mereles da Silva; Manoel Ferreira
Teófilo; Mário Henrique de Sousa Lima; Osmar Miranda Sirqueira; Rodrigo Rodrigues Maia;
Raimundo Morais Pessoa; Silvio Rafael de Oliveira e Wilson Coelho Bandeira de Melo. Imperatriz: Justino
José de Sousa; Jairo Almeida dos Santos; José de Ribamar Maciel Jorge; Luís Rinaldo Alves Torres e
Manoel Maciel Neto. Estes, além de terem participado de uma das mais lindas apresentações Demolays,
foram também recepcionados com uma apetitoso jantar de confraternização, patrocinado pelo anfitrião do
evento (Evangelista Mota Nascimento).
A magnânima apresentação despertou os convidados presentes maior alinhamento nas intenções de
Mota trazer para Açailândia um Capítulo Demolay, já que ele é também o patrono da Maçonaria local.
Dessa forma a Ordem Demolay se f irma na nossa sociedade, como uma Instituição cultural de
elevados conhecimentos social. E por, recomendar a pra tica da religião para aqueles que ela é o consolo
supremo, segundo as inspirações da sua própria consciência, muitos já se converteram a Deus.
Por diversificados fins cumpre esclarecer que o Capítulo Demolay em Açailândia está em plena
atividade direcionando seus trabalhos de acordo com os princípios da Ordem e do seu Regimento Interno;
para a elevação cultural e social de nossa comunidade jo vem, tanto é, que muitos integrantes do seu
quadro estão servindo a sociedade com dignidade, graças aos ensinamentos doutrinários da Ordem
Demolay e dos seus familiares.
CERIMÓNIA DEMOLAY AO PÚBLICO
O Templo deve estar preparado da seguinte forma: Malhete e Livros Escolares sobre a mesa do Mestre
Conselheiro, do 1 ° e do 2o Mestres-Conselheiro, a Bíblia Sagrada sobre o Altar dos Perfumes, Bandei ra
Nacional e Estandarte do Capítulo deve estar has teado num suporte sobre a grade do Oriente, sete
Castiçais ao redor do Altura dos Juramentos, todos as mesas e altares cobertos com toalhas branca e as
flores sobre a mesa do Mestre de Harmonia.
A ritualistica de entrada no Templo. É procedido da seguinte forma: MC, 1 ° MC, 2oMC, Mestre de
Cerimonia, Io Diácono e os oficiais e demais Demolays presente, formam uma linha em forma de
Triângulo, única fila, na porta do templo. Assim organi zados, o Mestre de Cerimónia toma pela ordem
hierárquica o braço direito dos convidados e os introduzem no Templo, sendo eles os últimos a entrarem, ao
chegar em frente Altar dos Juramentos ajoelham-se para uma breve oração em silêncio. Um minuto depois
todos dizem Amém. Neste momento os oficiais se levantam e pela ordem hierárquica o Mestre de Cerimónia
os conduzem um a um nos seus respectivos postos, dirigindo-se em seguida ao seu lugar.
MC - (*) com um golpe de malhete na sua mesa todos se sentam, exceto ele mesmo. Neste momento
os trabalhos tomam força e vigor, com a seguinte mo vimentação: o Io MC, faz os passos A.P.G.J.X.
Simultaneamente o 2oMC chega aos pontos P e O respectivamente, o Io Diácono movimenta-se em
A.P.H.Z.X e o Mestre de Cerimónia em A.O.I.Z.X.
MC -Meus irmãos, tios, tias e convidados em nome do Capítulo N° , nós damos as boas
- vindas, muito cordialmente, a esta cerimónia especial de apresentação Demolay ao público nesta
comunidade que ama a juventude e sua Pátria.
Aos senhores passo neste momento algumas explicações gerais de nossa Ordem. A primeira é que
somente jovens de 13 a 21 anos podem ingressar nela. A segunda é que nós estamos ligados por uma melhoria
mútua, para ajudar uns aos outros, a viver uma vida de pureza, como homens de bem. Em nossas
reuniões, cultivamos somente princípios que estejam em harmonia com esse elevado propósito e em nossa
vida diária procuramos executá-los. Por isto sentimos que podemos verdadeiramente contar com nossa
Ordem, e nós em particular, com a ajuda sincera de todos os homens e mulheres de boa vontade, que têm
seus olhos voltados a um horizonte melhor e mais digno para humanidade.
MC - Irmão Io Diácono, você oficiará no Altar dos Juramentos, dando aos presentes a visão das
luzes eternas de um Demolay. Neste momento ele se movimenta para o Altar em X.Z.H.K, onde fica
aguardando o discurso do MC.
O Io Diácono movimenta em X.Z.H.K para a primeira vela, acende uma de cada vez em ordem,
1,2,3,4,5,6,7 encruzadas entre o Altar; ele anda e co ordena seus movimentos com o discurso do Mestre
Conselheiro, que termina na hora em que é acesa a última vela.
MC - Nossos antepassados bem sabiam, que a liberdade religiosa é representada pela Bíblia
Sagrada, a liberdade civil, representada pela Bandeira Nacional de nosso País, e a liberdade intelectual
representada pelos Livros Escolares, por isto os Demolays, devem caminhar juntos e em plena
harmonia, para que seja efetivas. Em volta destes baluartes a Ordem Demolay coloca sete velas
simbolizando as sete virtudes cardeais de um Demolay: AMOR FILIAL, REVERÊNCIA ÀS COISAS
SAGRADAS, EDUCAÇÃO, COMPANHE-RISMO, FIDELIDADE, PUREZA E PATRIOTISMO.
Como a luz dessas velas se espalham por este Capítulo, assim também deve brilhar, de geração em
geração, perante os jovens e todos os homens de bem, a fim de que todos possam ver nossas boas obras e
glorificar os preceitos ensinado pelo o nosso Pai Celestial, na sabedoria dos tempos. O Io Diácono acende
uma vela de cada vez enquanto o MC anucia as virtudes cardeais. Ele se movimente da vela 7 para
A.P.H.Z.X, ficando de frente W.
MC - (*) um golpe de malhete e senta-se dizendo: Irmão Io MC abra a Bíblia Sagrada sobre o
Altar e sob ela as coloque, os livros escolar.
MC -(***) três batidas de malhete, todos fi cam de pé. O 1 ° MC movimenta em X. J.G.P. A, fica de
frente a E, ajoelham-se, sem encostar ao Altar, abre a Bíblia Sagrada com reverência e lentamente se levanta
sem encosta no Altar.
Io MC. Nós abrimos a Bíblia Sagrada, fonte de nossa fé em dias eternos, no Altar, como símbolo
da liberdade religiosa, que é direito de todos os po vos. Sobre este Altar, que não é emblema de qual quer
credo, ou depósito de qualquer sistema de teologia, mas sim a palavra do único e verdadeiro Deus,
cuja paternidade universal ensina a lição inevitável da fraternidade de todos os seus filhos. Sem oportuni
dade de venerar a Deus de acordo com as instituições de nossa própria consciência, a nossa liberdade seria
sem sentido. Portanto, como fundamento da nossa li berdade, nós colocamos solenemente sobre nosso
Altar a Bíblia Sagrada aquém nunca me afastarei de seus ensinamentos. O 1 ° MC se movimenta A.O.F. J.X,
fica a E, retorna a seu posto, permanecendo de pé.
MC - Irmão 2o Conselheiro, providencie apresentação do Pavilhão Nacional ao Altar dos Juramentos.
2o MC. Irmão Io Diácono, apresente a Bandeira de nossa Pátria diante do Altar dos Juramentos.
Irmãos, tios, tias e convidados, permanecem firmes em posição de saudação à Bandeira Brasileira.
Unamos-nos para saudar e jurar fidelidade à nossa Bandeira. Cantemos junto o Hino Nacional Brasileiro.
Nós apresentamos a Bandeira no Altar como símbolo da liberdade civil, sem a qual não poderia haver
nenhuma liberdade religiosa. É realmente apropriados que esta Bandeira seja entregue à guarda deste jovens,
que em breve serão cidadões por cujo patriotismo sua honra deverá ser defendida, nos campos de batalha da
paz, onde a boa cidadania estar em constante guerra contra o mal. Em todas as crises da história da nação,
nós temos chamado nossa mocidade e demos graças a Deus de que ela nunca deixou de corresponder. Os
jovens que têm lutado em todas as guerras em que nosso país tem participado, e naquela gloriosa bandeira
sempre esteve presente o precioso sangue que jovens de nossa nação derramaram. Nós, portanto, a
aprendemos que um sentimento patriótico guardar-nos enquanto
a adoramos, e nessa solenidade solicito aos membros deste Capítulo que vivam de maneira digna como
simboliza essa Sagrada Bandeira.
MC - (*) Uma batida de malhete e todos sentam com exceção do MC, que levando os Livros Es colares
para o Altar diz do Oriente, simbolizando os primeiros anos de vida. Nós colocamos os Livros Escolares
sobre o Altar, como símbolo da liberdade Intelectual, sem a qual não poderia haver nem liberdade civil, nem
liberdade religiosa. Eles são os símbolos do grande sistema de escolas públicas de nosso país, a base
daquele esclarecimentos universal que é a glória consumada da Instituição. O apoio dedicado às nos sas
escolas públicas é ensinamento da Ordem Demolay. Nós nos opomos sem reservas a um mesmo
edifício comportar uma escola, uma igreja e uma sede de governo civil. Liberdade civil, religiosa e intekctuat
são as três fontes da grandeza de nosso país, porém elas devem ficar, sobre diferentes fundações e debaixo
de tetos separados. Estes livros, representando aqueles que são levados para as escolas públi cas por
milhares de meninos e meninas a cada dia são símbolos vitais para nossas liberdade. Quanto a Bíblia Sagrada
que é a regra e guia de nossa fé e bandeira que protege a Pátria, sendo, pois, a escola do poder civil. Nós
portanto, colocamos estes livros sobre o Altar e, eu ordeno solenemente aos membros deste Capítulo a
lutarem sempre com firmeza inabalável pela proteção e permanência das escolas públicas, a cidadela de nossa
segurança e a fonte única e verdadeira da democracia em um governo do povo, pelo povo e para o povo.
Como nenhum empreendimento nunca deve começar sem pedir a bênção de Deus em ora ção, neste
momento o Mestre-Conselheiro se movimenta-se em Y.Q.H.L.X, ficando de fronte de W. (***), dá três
batidas de malhete e todos ficam de pé.
MC - Irmão Capelão, você nos guiará em oração. Os Demolays ativos ajoelham-se com o joelho
esquerdo. Os demais permanecem de pé.
A oração é feita pelo Capelão - Deus todo poderoso, nosso Pai Celestial, nós vos agradecemos
pelas muitas oportunidades que temos tido para demonstrar vossa múltiplas dádivas e graças. Nós
agradecemos pelo privilégio de vos servir pelo conhecimento do vosso eterno amor. Assegurai vossa
contínua orientação e cuidado protetor. Dai -nos a determinação para compreender, a coragem para
fazer aquilo que é correto, e a força para desempenhar vossos ensinamentos. Todos (Amém).
MC - Em nome do Supremo Conselho da Ordem Demolay para a República Federativa do Brasil, e
pelos poderes de que me encontro revestido, decla ro este Capítulo aberto. (*) uma batida de malhete e
todos se sentam. Neste momento pode ser usado uma música adequada à solenidade. E a transmissão dos
trabalhos a uma autoridade Maçónica presente. (Pre sidente do Conselho Consultivo, Presidente da
Oficialaria Regional, Oficial Executivo do Estado ou ainda membro efetivo do Supremo Conselho da
Ordem Demolay para o Brasil no exercício do cargo). A transmissão do comando dos trabalhos é uma
homenagem de amor e carinho que os Demolays devem fazer aos seus ilustres convidados.
MC- Irmão Orador, faça uma saudação aos nossos ilustres convidados e visitantes. Este faz a
saudação saudando as autoridades maçónicas, civis e
militares e as famílias presentes, em oratória esclarecedora da Ordem Demolay.
MC - Irmão Mestre de Cerimónia, convidai o
Irmão ..........para em homenagem a mulher geradora
de vida e bem estar familiar a Cerimónia das Flores.
MC - Meus Irmãos, procedemos o Cerimonial das 9 horas. Depois de terminado o procedimento,
todos retornam aos seus lugares.
MC - Meus irmão, tios, tias e amigos, a palavra será franqueada para quem dela deseje fazer uso,
sobre o Ato que acabamos de celebrar.
Encerramento dos trabalhos. MC - (***) irmãos, tios, tias e amigos, antes de concluir nossos
trabalhos, convidamos todos para que unam-se a nos em oração que o irmão Capelão irá faz ê-lo.
Neste { momento o Capelão é conduzido pelo Mestre de Cerimónia até o Altar, momento em que
todos as luzes, exceto as velas e o refletor do Altar são apaga das. Em movimento eles same em
X.Z.I.O.A.O.C, para o ponto A, o Mestre de Cerimónia avança um passo, ambos ficam de frente para o
Altar, simultaneamente o Mestre de Cerimónia retrocede um passo para fora do Altar. Conforme PC o
Mestre de Cerimónia sai de seu posto. Todos os Demolays Ativos, 1 ° e 2 o Conselheiro descem para o
nível do chão e ajoelham-se com o joelho esquerdo. Os demais permanecem de pé e a Oração de
encerramento é procedida pelo Capelão - Pai nosso, que estais nos Céus, derrama sobre nós em todos os
momentos de nossas vidas vossas benções. Inspira-nos em todos os elevados propósitos que aqui nos
forem designados. Abençoai todos aqueles que se dedicam à causa da virtude, de vida pura e honrada,
honrando seu Santo
e Sagrado Nome. A abençoai a causa por nós jovens abrasada, e que nossa Ordem seja sempre um poder
para o bem de nossa comunidade e da nossa Pátria. Abençoai também nossos amados Tios Maçons e
ajudai-nos a honrar a sabedoria das gerações que se levantam da brumas do Tempo para investir na
juventude, alicerce seguro na arquitetura do futuro. A abençoai todas as mulheres e nossa mães em
especial, dando-lhes a alegria de ter como filhos, dignos e valorosos cidadãos de nossa amada Pátria.
Todos (Amém).
MC - Irmão Io Diácono, apague as sete chamas simbólicas de nossas virtudes na certeza de que
estão eternamente acesas em nossos corações. Feche a sagrada Bíblia e retire os Livros Escolares do
Altar.
MC - (*) Com uma batida de malhete declara encerrados os Trabalhos de Apresentação da Ordem
Demolay ao público.
Todos saem dos seus postos e vão à porta do templo. O Mestre de Ceri mónia pelo braço direito
retira uma a uma das autoridades presentes, em or dem inversa da entrada. Estes, por sua vez são sau -
dados em Demolay com uma calorosa salva de palmas, que quer dizer "A paz, é a felicidade de quem
nela vive".
REGIMENTO INTERNO DO
CAPÍTULO DEMOLAY
EVANGELISTA MOTA
NASCIMENTO JÚNIOR
CAPÍTULO I
DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE
Art. 1 ° O Capítulo Demolay Evangelista Mota Nascimento Júnior, N° 238, fundado no dia 11 de maio
de 1994, é uma Sociedade Civil sem fins lucrativos, voltado à congregação de jovens e maçons universais
residindo nesta região, com prazo de duração indeterminado, sedeado na cidade de Açailândia -
Maranhão, onde funcionará na Av. Juvino Oliveira, S/ N - Jardim Glória (Instalações da Loja Maçónica
Juvino Oliveira, N° 46) e que obedecerá às disposições que constituem este regimento e a Constituição e
Regulamento Geral da Ordem.
CAPITULOU DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS
Art. 2o - É constituído por: jovens de 13 a 21 anos, devidamente iniciado neste ou em outro Capí tulo
regular no Supremo Conselho da Ordem Demolay para a República Federativa do Brasil, escolhidos de
conformidade com o que estabelece a Constituição e Regulamento Geral da Ordem Demolay Universal e
neste regimento interno.
DOS OBJETIVOS:
I - Integrar a classe jovem desta e de cidades vizinhas a um convívio social mais digno, assim com
divulga-o em âmbito nacional.
II - Ajudar seus membros a formar cidadãos desta e de outras regiões.
Hl - Fazer programação que interaja com a comunidade de forma em geral.
IV- Promover fórum de discussão para o público, fazendo campanhas de incentivo à leitura nas
escolas desta e de outras regiões.
V- Incentivar os jovens bem intencionados a servir aos seus semelhantes em benefícios culturais de
toda humanidade.
VI - Estimular a eficiência de cada um de seus membros, elevando e promovendo altos padrões éti
cos no contexto profissional de qualquer segmento em que ele esteja enquadrado.
Art. 3o - A instituição não permitirá nenhum de seus membros a usar dentro e fora o seu nome
para assuntos particulares ou políticos partidários.
Parágrafo único. Será permitido candidatar -se a cargo da diretoria e também político partidário,
fazerem suas campanhas eticamente sem comprometer o bom nome do Capítulo, vencendo-o, os que
obtiverem maior número de votos.
CAPÍTULO III DO PATRIMÓNIO E DAS FINANÇAS
Art. 4o - O seu património será constituído por I donativos de campanhas beneficentes e
filantrópicas feitas em nome da instituição, bens adquiridos por subvenções dos patrocinadores, ou poderes
públicos.
Art. 5o - As taxas ou doações recebidas pela instituição serão creditadas em conta específica, onde
a prestação de contas será feita em uma reunião ordinária de cada mês.
Parágrafo único. Caso haja saldo positivo em caixa, o mesmo deverá ser depositado em conta bancária
do Capítulo, a qual será movimentada em con junto pelo Presidente do Conselho Consultivo, Mes -
tre-Conselheiro e Tesoureiro, quando no exercício desta função.
CAPÍTULO IV
DA COMPOSIÇÃO DOS MEMBROS ESEUSDEVERES
Art. 6o - O capítulo compõe-se de um número ilimitado de membros, sem distinção de cor, raça, crença
religiosa ou nacionalidade, divididos em: Fundadores, Efetivos, e Honorários.
Parágrafo único. Os membros seja qual for a sua categoria, responderão subsidiariamente pelas
obrigações sociais que lhes foram atribuídas.
Art. 7o - Membros fundadores são todos os filiados e iniciados no dia de sua instalação (11 de
setembro de 1994): Bruno Sobreira, Ciro Almeida Pes soa, Edimar de Oliveira Nabarro, Flavio Alves
Ferreira, Fábio Martins Teófilo, Faustino José de Sousa Júnior, Gutemberg Mota Nascimento, Jorge
Araújo Dias, Janieles Pinto de Brito, José Carlos Conceição, Marcos Dias Nascimento, Marilson Bandeira
Pires de Melo, Reuam ArimatéiaMaia, Raimundo José
da Conceição, Raimundo Nonato Sousa Lopes, Railson Barros Rodrigues, Sidney Rose velt Mendes,
Siley Elcen Leite Santos, Thony Élcen Leites Santos, Kerles José Sousa Lopes, Wendel Fabrine Ribeiro
Sales, Werberte Ribeiro Sousa, Widean Ferreira Mota, Wesckley Ribeiro Sales, Wideglan Ferreira Mota e
Vito Guimarães de Sousa Júnior.
Art. 8o - Membros efetivos: são todos aqueles, que contribuem com suas presenças nas reuniões
e financeiramente para a manutenção da instituição.
Art. 9°-Membros honorários: são todos os Demolaysou Maçons distinguidos como tal, por este Capítulo.
Art. 10° - São deveres dos seus membros, o cumprimento da Constituição Regulamento Geral da
Ordem e deste regimento bem como das leis munici pais de sua jurisdição e, estado, federação e poderes
democraticamente constituídos dentro da lei magna.
Art. 11° - As reuniões extraordinárias terão que ser previamente organizadas pela diretoria ou a
pedido de 3/4 dos membros da instituição, pelo menos três dias antes da sua realização, tendo na pauta os
motivos da convocação (eleição, prestação de contas etc).
Art. 12° - Não será permitida nos seus trabalhos regimentais a participação de pessoas
embriagadas e nem a discussão de assuntos políticos -. partidários ou religiosos denominacionais.
Parágrafo Io - Após abertura dos trabalhos, nenhum demolay, ou maçom poderá tomar a palavra ou
interferir nela sem a permissão do dirigente e de quem a estiver usando;
Parágrafo 2o - Quem chegar após a abertura dos trabalhos, terá que pedir permissão para deles
participar.
CAPÍTULO VDA ADMINISTRAÇÃO E DAS ELEIÇÕES
Art. 13o - A diretoria será eleita pelos seus membros com mandato de um ano de duração, efetuada através
de eleição devidamente convocada para a primeira reunião de cada ano sempre no mês de janeiro. Parágrafo
1 ° Quando houver chapa única a votação poderá ser por aclamação, ou como melhor convinher seus
membros.
Parágrafo 2o - Só poderão votar os membros que tiverem pelo menos 51 % de presença durante a
anuência da administração em curso.
Parágrafo 3o - Será permitido a reeleição da diretoria, desde que haja unanimidade dos seus
membros e que seja realizada democraticamente.
Parágrafo 4o -A posse dos eleitos deverá ser realizada, respectivamente na mesma reunião da eleição. Art. 14°
- Necessariamente eleitos: Mestre-Conselheiro, 1 ° Mestre-Conselheiro, 2oMestre-Conselheiro, Orador,
Tesoureiro e Escrivão.
Parágrafo único. Todos os eleitos e nomeados, por motivos justos, podem solicitar demissão do
cargo, no entanto, terão que permanecer no posto até a nomeação ou eleição do seu substituto.
Art. 15o -A instituição será representada Ativa e Passiva, em Juízo ou Fórum desta cidade pelo Presidente
do Conselho Consultivo, Mestre-Conselheiro. E na sua ausência, qualquer membro da diretoria pode ser um
represente lega. Os demais, para representá-la, necessariamente terão que ter autorização especial para tal fim.
Parágrafo único. À ausência de qualquer oficial ou membro das comissões por três reuniões
consecutivas sem as devidas justificativas perante o presi dente do Conselho Consultivo ou do Mestre
Conse-lheiro do Capítulo acarretará automaticamente a va cância do cargo.
Art. 16° - O presidente do Conselho e Mestre Conselheiro poderão afastar qualquer membro do qua -
dro ou comissão, mediante resolução aprovada por três quartos (3/4) dos seus membros ativos presentes
à reunião em que for convocada para tais fins.
Parágrafo único. Para que a resolução tenha plena e efetiva validade, é indispensável que seja
homologada pela Oficialaria da região em que este Capítulo rende obediência.
Art. 17° - Ocorrendo vacância no cargo de Mestre-Conselheiro, os trabalhos serão presididos
pelo 1o Mestre-Conselheiro. Em falta deste será o 2o Mestre-Conselheiro, e se os três faltarem será o
escrivão quem os presidirá.
Parágrafo único. Na falta dos acima citados, assumirá a presidência dos trabalhos o sócio mais idoso
que estiver presente.
CAPÍTULO VI DO CONSELHO CONSULTIVO E FISCAL
Art. 18° - O conselho consultivo é composto por nove maçons regular residindo na sede onde o
Capítulo estiver instalado.
Parágrafo único. Poderão fazer parte do conselho Consultivo até três sênior-demolay, os quais terão
que trabalhar em comum acordo com o presidente, Mestre-Conselheiro e demais membros diretores
do Capítulo e acompanhar todas as reuniões ordinárias e extraordinárias da instituição.
CAPÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 19° - São consideradas reuniões especiais, as de Eleições, Finanças, Alienação de Património,
Mudança do Regimento Interno, Deliberações em Vigor e Afastamento de Membros do Capítulo ou de
Comissão Consultiva em Exercício.
Parágrafo Io - Qualquer um destes assuntos, só terá validade, quando tiver parecer de pelo menos 50% e
mais um da diretoria em exercício regimental.
Parágrafo 2o - As deliberações, depois de aprovadas, haverão de ser cumpridas na integra por todos os
seus membros e comissões.
Art. 20° - A dissolução deste Capítulo, só po derá acontecer em reunião convocada especialmente
para este fim.
Parágrafo Io - O edital de dissolução terá que ser apresentado aos seus membros pelo menos 15 dias antes
da data preestabelecida.
Parágrafo 2o - A dissolução acima mencionada, só terá valor legal se tiver presente pelo menos 51 % dos
membros do Capítulo e do Conselho Consultivo em exercício.
Parágrafo 3o - Caso aconteça sua dissolução, seu património, será imed iatamente passado para os
fundadores, ou quem de direito, os que destinaram, mediante recibo, este ou estes, naturalmente indicaram uma
entidade a receber tais bens: (livros e qualquer outro bem de utilidade que exista).
Art. 2Io-Primeiro Conselho Consultivo, ficou assim constituída: Presidente - Evangelista Mota
Nascimento, Vice-Presidente - Dogival Gerônimo da Silva,
Colaboradores: Mário Henrique de Sousa Lima, Jailton Alves de Oliveira, Manoel Ferreira Teófilo, Rodrigo
Rodrigues Maia, Silney de Oliveira Budal, Osmar Miranda Sirqueira e Florentino Pedra.
Ar.t. 22° - A primeira diretoria foi assim constituída: Mestre-Conselheiro - Gutemberg Mota Nascimento,
l°Mestre-Conselheiro - Jorge Araújo Dias, 2o Mestre- Conselheiro - Wideglan Ferreira Mota, Mestre de
Cerimónia - Renan Arimatéia Maia, Capelão - Edimar de Oliveira Nabarro, Io Diácono - Sidney Roosevelt
Mendes, 2o Diácono - Raimundo Nonato de Oliveira, Porta Bandeira - Kerles José Sousa Lopes, Orador
Bruno Sobreira, Escrivão - Marcos Dias Nascimento, Hospitaleiro - Wendel Fabrine Ribeiro Sales, Io
Mordomo - Werbeth Ribeiro Sousa, 2o Mordomo -Janiels Pinto de Brito, Sentinela - Faustino José de Sousa
Júnior, Tesoureiro -Raimundo José da Conceição, Mestre de Harmonia - Raimundo Nonato Sousa Lopes, Porta
Estandarte - José Carlos Conceição, Io Preceptor -Thony Elcen Leite Santos, 2o Preceptor - Ciro Almeida
Pessoa, 3o Preceptor - Valdo Lopes do Nascimento, 4o Preceptor - Siley Elcen Leites Santos, 5o Preceptor
Raimundo Barros Rodrigues, 6o Preceptor -Marilson Bandeira de Melo e 7oPreceptor -Fábio Martins Teófilo.
Art. 23° - Os casos omissos no presente Regimento, serão resolvidos em reuniões do Capítulo,
convocada para tais fins.
Parágrafo único - Revoga-se as disposições em contrário e decreta seu vigor a partir de sua publicação.
Datado e firmado na cidade de Açailândia Maranhão, aos 11 dias do mês de setembro de um mil, novecentos
e noventa e quatro da era Cristã.
Envagelista Mota Nascimento Foto: José Sousa Nascimento.
SOBRE O AUTOR
Evangelista Mota Nascimento, nasceu aos 27 dias de agosto de 1950, na Fazenda Caxixi Município
de Tun-tum, Estado do Maranhão. Diplomado Técnico em Contabilidade pelo Colégio José Américo de
Almeida (Açailândia). Cursou medicina na Universidade Federal do Maranhão e Pará de 1983 a 1989.
Fez vários cursos de aperfeiçoamento, em próteses j dentária, informática e empresarial no Estado
do Maranhão, Pará, Rio Grande do Norte, Rio de Janei ro, São Paulo e Tocantins. Atualmente estu da o
5o período de Filosofia no Instituto de Filosofia Religiosa e Ciências do Maranhão (IFCRMA), é Professor
do ensino fundamental da rede municipal Açailândia. Membro regular da augusta e respeitável Loja
Maçónica União e Fraternidade Juscelino Kubisthek, N°48 e do Consistório Lauro Sodré. Interpretou várias
peça teatrais e escreveu os livros: Ensaio 40 páginas, lan çado pela Editora Designer Arfs
Gráficas (Açailândia), em 5/12/1992; e Açailândia e Sua His tória 220 páginas, lançado pela Ética
Editora (Imperatriz), em 04/09/1998. Inéditos: O propósito de Deus para com a família 110 páginas, A
excelência da Maçonaria e da Ordem Demolay 150 páginas e Contos e prosas em ação. Escreveu também
muitos artigos que foram publicados em jornais e revistas de circulação nacional.
Em verdade vos digo, é assim que se descobre, que há nos seres humanos valores intelectuais e mo -
rais que, por vez necessitam ser despertados e posto a seguir em ação devidamente canalizados. Assim fez
o maçon Evangelista Mota Nascimento e o Demolay Gutemberg Mota Nascimento, fundando em Açailândia
duas Lojas Maçónicas e um Capítulo Demolay, as quais presidiram com honradez e dignidade até o fim
dos seus mandatos.
O trabalho em palta, é simples, no entanto é verdadeiro. Certamente será uma contribuição que
servirá de espelho para outros bem feitores da Or dem.
Envagelista Mota Nascimento Júnior Foto: José Sousa Nascimento.
DADOS BIOGRÁFICOS DO PATRONO
EVANGELISTA MOTA NASCIMENTO JÚNIOR, nasceu de parto normal às 17 horas do dia 10
de Dezembro de 1985, no Hospital Jerusalém. Filho de Evangelista Mota Nascimento e Raimunda Ferreira do
Nascimento. Teve uma vida normal como qualquer outra criança até o dia 20 de Maio de 1986, data esta, em que
foi infectado por uma bactéria não conhecida, de cuja patologia chegou a falecer, às 3 horas do dia 25 de Julho de
1989, na cidade de Brasflia(DF), onde estava em tratamento médico. Seu corpo foi translado para
Açailândia(MA), onde foi velado por muitos amigos na sua própria residência, às 10 horas do dia 28. Seu corpo
desceu ao sepulcro no Cemitério local (Campo da Sau dade). Deixando para sempre saudade aos parentes e
amigos. Mas, em verdade está escrito.' No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que
não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir". Romanos 5.14.
ANEXOS
ANEXO I
CARTA ENVIADA AO SUPREMO CONSELHO DA ORDEM DEMOLAY
AçaiJândia 20 de maio de 1992
Irmão Alberto Mansur
Presidente da Ordem Demolay, para República Fe derativa do Brasil -Rua Barão, 1317-
Jacarepaguá, Rio de Janeiro - RJ.
DD. Irmão Alberto Mansur,
Em atenção às instruções a mim prestadas no dia 14 de março do corrente ano, venho por
meio desta carta, respeitosamente, solicitar do irmão a do cumentação necessária para a criação e
fundação de um Capítulo Demolay em Açailândia, Maranhão.
Na certeza de contar com sua valiosa colaboração no acima exposto, antecipadamente
agradece renovando protestos de estima e considerações.

Jorge de Araújo Dias e Wideglan Ferreira Mota, os quais estão dispostos a participarem desta sublime
Ordem.
Finalmente, solicitamos do irmão o total apoio, no sentido de fundarmos um Capítulo da Ordem
Demolay em Açailândia no mais curto espaço de tempo possível.
ANEXO IV
ATA DE FUNDAÇÃO DO CAPÍTULO DEMOLAY EVANGELISTA
MOTA NASCIMENTO JÚNIOR
Às vintes horas do dia onze de maio do ano de mil novecentos e noventa e quatro, no Templo da
Loja Maçónica Juvino Oliveira, N°46, Oriente de Açailândia Maranhão, situada na Av. Juvino Oliveira S/N
-Bairro Jardim Glória, realizou -se a Sessão Económica de primeiro grau. A abertura dos
Trabalhos foi ritualisticamente efetuadapelo Venerável Mestre de Ofício; Dogivai Gerônimo da Silva; Io
Vigilante, Silvio Rafael de Oliveira; 2o Vigilante Mário Henrique de Sousa Lima em substituição; Orador,
Jailton Alves de Oliveira em substituição, secretário Silney de OliveiraBudal os demais cargos foram
preenchidos pelo Mestre de Cerimónia de acordo com o costume da Loja. A leitura da ata 29/93 -94, que
após apreciação dos obreiros do quadro, foi aprovado por unanimidade sem emenda. Expediente não
houve. A bolsa de proposta informação colheu uma prancha, que foi decifrada pio Venerável Mestre. Ordem
do dia previamente organizada, foi lida uma prancha do Irmão Evangelista Mota Nascimento,
solicitando patrocínio e apoio da Loj a no sentido de juntos fundarem um Capítulo Demolay em Açailândia,
cujo nome, deverá ser do saudoso sobrinho EVANGELISTA MOTA NASCIMENTO JÚNIOR. Depois
da leitura o Venerável Mestre fez um pequeno comentário sobre a prancha que acabava de ser lida, pediu ao
Irmão Mota mais explicação sobre a Ordem Demolay. Este com sabedoria demonstrou o perfil e
benefícios que a tão sublime Ordem iria trazer para os maçons e, em especial, para os jovens dessa grande
família. Foi o bastante para que todos demonstrassem total apoio ao seu empreendimento. Em seguida o
Venerável Mestre colocou em aprovação a solicitação em discussão, que foi aprovada por
unaimidade. O Conselho Consultivo do Capítulo assim ficou const ituído: Presidente Evangelista
Mota Nascimento, vice presidente Dogival Gerônimo da Silva, secretário Mário Henrique de Sousa Lima,
colaboradores Jailton Alves de Oliveira, Manoel Ferreira Teófilo, Rodrigo Rodrigues Mais, Silney de Oliveira
Budal, Osmar Miranda Sirqueira e Florentino Pedra. O tronco de solidariedade humana, correu sem
formalidade e colheu em medalhas cunhadas a quantia de 18 (dezoito reais), que foi creditado à hospitalaria
e debitado à tesouraria da loja. A palavra a bem da Ordem e do quad ro em particular, na coluna do sul
falou o Irmão 2o Vigilante, parabenizando a brilhante ideia do Irmão Mota em trazer mais esta instituição de
aconchego familiar para Açailândia, o irmão Chanceler anunciou os aniversariantes do mês. Na coluna do
norte, falou o Irmão Io Vigilante sobre a importância do projeto do Irmão Mota, no sentido de divulgar o
nome da loja e ajudar os jovens da nossa região a tornarem-se cidadãos mais atuantes no seu meio.
Parabenizou o Irmão Mota por ser um sonhador e trazer as coisas boas para o nosso meio. No Oriente falou
o Irmão Evangelista Mota Nascimento agradecendo a todos pelo apoio que lhe era dispensado na
fundação de um Capítulo Demolay nesta região e na indicação e aprovação do nome do seu filho
Evangelista Mota Nascimento Júnior, para ser o patrono do Capítulo ora fundado e finalizou sua fala
sugerindo o dia 20 de agosto para a instalação do Capítulo. O Venerável Mestre falou sobre o dia 13 de maio
que se aproximava, justa data em que o Brasil completava 156 anos e que o I rmão José do Patrocínio
conseguiu que a Princesa Isabel, assinasse a Lei Áurea, que acabou com a escravidão no Brasil e
finalizou parabenizando o Irmão Mota pela a sua brilhante ideia em trazer um Capítulo Demolay para
Açailândia, mesmo sendo uma Ordem desconhecida por quase todos ali presente, mas ressaltou que um irmão
experiente como Mota não traria para nosso meio, algo que não fosse bom, por isto pedia total apoio dos
irmãos na implantação e manutenção do Capítulo ora fundado, desejou uma boa semana aos presentes e
solicitou do Orador as conclusão dos trabalhos que foi dada como justa e perfeita Ritualisticamente os
trabalhos foram encerrados. Eu, Silney de OliveiraBudal, Secretário, lavrei apresen te ata, que é assinado pelo
venerável mestre, orador e secretário da Loja Juvino Oliveira, N°46, desde que estejam concorde com
seus termos.
Seguem as assinaturas do Venerável Mestre Dorgival Gerônimo da Silva, do Orador; José Inácio
de Lima e do Secretário Silney de Oliveira Budal.
ANEXO V
ATA N° 32/93 - LOJA MAÇÓNICA
UNIÃO E FRATERNIDADE
IMPERATRIZENSE
Aos treze dias do mês de maio do ano de mil novecentos e noventa e quatro, reuniu-se no
Templo Maçónico Leôncio Pires Dourado, sito à rua Alagoas, 240, os obreiros ativos e regular da
Augusta e Respeitável Loja Simbólica União e Fraternidade de Imperatriz N° 10 como também os
representantes das co-irmãs: Dom Pedro I, N°l 3, Lauro Tupinambá Valente, N°16, Leaudade e
Justiça, N°31 e Juvino Oliveira, N°46, sob o auspício da Muito Regular Grande Loja do Maranhão,
para a sessão económica do Io grau. A leitura da ata 31/93-94, que após apreciação dos obreiros foi
aprovado por unanimidade sem emenda. Expediente foi lido a Prancha Circular 011/93-94 da co-irmã
Dom Pedro I, N°l 3, aquém convidava-os para a Sessão Magna de Exaltação e Filiação a realizarse
no dia 19/05/1994. Prancha Circular 02/ 93-94 da co-irmã Lauro Tupinabá Valente, N°16,
convidando-os para a Sessão Magna de Exaltação e Elevação na data em que a Loja completa 20 anos
de fundação, a realizar-se no dia 20/05/1994 e Sessão
magna de Iniciação no dia seguinte (21/05/1994), e um edital de iniciação da co-irmã Divino Mestre, N°41,
Oriente de São Luís. A bolsa de proposta informação circulou com formalidade e colheu 3 colunas gravadas,
que o Venerável Mestre decifrou como sendo 2 certificados de presença do Irmão Mauro P. Pontes e.
um convite de casamento da Sobrinha Adriana Carla, filha do Irmão Benedito Sanches, para o dia 20/05/
1994. A Ordem do dia, foi dirigida pelo Eminente Delegado de Grão-Mestre, Irmão Justino José de
Sousa, que fez um histórico dos acontecimentos que levaram à fundação do Capítulo Demolay EVANGELISTA
MOTA NASCIMENTO JÚNIOR em Açailândia e a possível criação de um Capítulo em
Imperatriz. Solicitou que o Irmão Evangelista Mota Nascimento fizesse uma explanação sobre Ordem
Demolay e de como trazê-la para Imperatriz. Com sabedoria e conhecimento, Mota demostrou para os
Irmãos a importância da Ordem Demolay, fez também um relato completo sobre os caminhos e estágios que
já tinha percorrido para conseguir a criação e fundação do Capítulo EVANGELISTA MOTA
NASCIMENTO JÚNIOR. E finalizou sua fala dizendo que o Capítulo de Açailândia estava fundado, mas não
estava instalado, até porque precisava fazer iniciação e como tal, convidava os irmão que tivessem filhos
com idade entre 13 a 21 anos, que indicassem candidatos à Ordem Demolay, para iniciar no dia 28 do
corrente no Capítulo Demolay Eunápio Ataíde Pinheiro, N°179, Rondon do Pará, cujo Capítulo é o
patrono do nosso empreendimento. Colocando-se a inteira disposição dos irmãos de Imperatriz com um
ônibus da Empresa Nordeste, para viagem de Rondon
e também na fundação do Capítulo de Imperatriz. O pronuciamento do irmão Mota emocionou os
presentes, tendo os Irmãos Io Vigilante, Secretário e Delegado de Grão-Mestre, este último presidino os
trabalhos, que propôs a imediata fundação do Capítulo de Imperatriz, que foi aprovado por unanimidade, tendo
o nome do saudoso sobrinho WAGNER BENEDITO RAMALHO FILHO, homologado pa -
trono do Capítulo de Impe ratriz. O Conselho Consultivo ficou assim constituído: Justino José de
Sousa, Jairo Almeida dos Santos, Adão Ribeiro Duarte, Ari Pinho, João Dantas Fernandes Júnior, José
de Ribamar Maciel Jorge, Manoel Maciel Neto, Marcos Rodrigues de Sousa e Raimundo Tra jano
Neto. O tronco de solidariedade colheu 25,60 (vinte cinco cruzeiros e sessenta centavos) que foi debitado
à tesouraria e creditado à hospital ária da Loja União e Fraternidade Imperatrizense, N° 10. A palavra a bem
da Ordem e do quadro em particular foi franqueada. Na coluna do sul fez uso o Irmão Chanceler para
anunciar os aniversariante do mês. Na coluna do norte falou o Io Vigilante sobre a importância da criação de
Capítulo da Ordem Demolay para melhoramento da juventude em nossa sociedade. No Oriente, o Eminente
Delegado de Gão-Mestre devolveu os trabalhos ao Venerável Mestre de Ofício que em seguida marcou
para o dia 11/06/1994 a iniciação de novos irmãos e replicou que aquela data foi muito significativa para a
maçonaria Tocantins, pois conhecemos a importância da Ordem Demolay, certificamos a fundação do
Capítulo em Açailândia e Imperatriz, marcamos a iniciação de 19 jovens na cidade de Rondon do Pará,
os quais a virão organizar e iniciar novos Demolays
para os Capítulos de Açailândia e Imperatr iz, e finalizou sua fala fazendo uma homenagem aos 156
anos do fim da escravidão no nosso país. Agradeceu a presença dos visitantes, pediu a conclusão dos
trabalhos ao Irmão Orador que deu como justos, porém, lembrando que a democracia e a liberdade de
expressão, fizeram com que tivéssemos uma reunião tão linda e proveitosa. O Encerramento dos trabalhos
foi procedido de acordo o Ritual. Eu, Manoel Maciel Neto, Secretário, lavrei a presente ata, que depois de
I aprovada é assinada por mim.
ANEXO VI
OFÍCIO ENCAMINHADO A OFICIALARIA EXECUTIVA DA
OREDEM DEMOLAY DO PARÁ
Açailândia 29 de agosto de 1994 Ofício S/N
À Oficialaria Executiva da Ordem Demolay Para o Estado do Pará e Amapá Irmão António Pereira
Mendes
Prezado Irmão:
Sirvo-me do presente, para informar-lhe que, de acordo o que combinamos por telefone no
último dia 25, estou lhe enviando cheque de R$ 471,94 (quatro centos setenta e um reais e
noventa e quatro centavos) para o pagamento da Carta Constituitiva do Capítulo Demolay
EVANGELISTA MOTA NASCIMENTO JÚNIOR, Oficialaria, Conselho Consultivo e
Iniciação de 24 novos Demolays.
Carta Costituitiva R$ 32,39 (trinta e dois reais e trinta e nove centavos), Conselho
Consultivo R$ 110,13 (cento e dez reis e treze centavos), Iniciação R$ 242,96 (duzentos e quarentae
dois reais e noventa e seis centavos), Oficialaria R$ 86,45 (oitenta e seis reais e quarenta e cinco
centavos).
Segue também, os formulários 10, devidamente preenchidos com os nomes dos candidatos à iniciação:
Bruno Sobreira, Ciro Almeida Pessoa, Edimar de Oliveira Nabarro, Flávio Alves Ferreira, Fábio Martins
Teófilo, Faustino José de Sousa Júnior, Janieles Pinto de Brito, José Carlos Conceição, Marcos Dias
Nascimento, Marilson Bandeira Pires de Melo, Renam Arimatéia Maia, Raimundo José da Conceição ,
Raimundo Nonato Sousa Lopes, Railson Barros Rodrigues, Sidney Rosevelt Mendes, Siley Elcen Leite
Santos, Thonny Elcen Leites Santos, Kerles José Sousa Lopes, Wendel Fabrine Ribeiro Sales, Werbert
Ribeiro Sousa, Widean Ferreira Mota, Wesckley Ribeiro Sales e Vito Guimarães de Sousa Júnior.
Aproveitamos o ensejo para renovar protestos de estima e consederações, que nos une como
verdadeiros irmãos.
ANEXO vn
CONVITE ENCAMINHADO A
OFICIALARIA EXECUTIVA DA
ORDEM DEMOLAY NO ESTADO
DOPARÁ
Açailândia 29 de agosto de 1994.
CONVITE
Evanlelista Mota Nascimento, Presidente do Conselho Consultico do Capítulo Dernolays
EVANGELISTA MOTA NASCIMENTO JÚNIOR, tem a subta honra de convidar V. Sa.; e sua
digna família, para participar da instalação, iniciação, filiação e posse da diretoria do Capítulo Demolay
acima mencionado, que realizar-se-á no dia 11 de setembro do fluente ano, nas instalações da Loja
Maçónica Juvino Oliveira N°46, sito à Av. Juvino Oliveira S/N - Bairro Jardim Glória
PROGRAMAÇÃO:
13 horas, abertura dos trabalhos templário;
17:30 recreação
17:40 retorno aos trabalhos
17:50 entrada dos convidados no Templo. A palavra a bem da Ordem, será consediada apenas
paras as autoridades instaladora; representantes de Capítulos Demolays, Lojas Maçónicas, um pai, uma
mãe, um iniciado e para o Presidente do Conselho Consultivo.
20 horas encerramento dos trabalhos templares
2:30 será servido um jantar de confraternização à todos os presentes.
Sendo apenas o que se apresenta para o momento, aproveitamos para renovar protestos de estima e
consideração.
ANEXO VIII ATA DE INSTALAÇÃO, FILIAÇÃO
E POSSE DO CAPÍTULO DEMOLAY EVENGELISTA MOTA
NASCIMENTO JÚNIOR
Ata 01/94.
Às quinze horas e trinta minutos do dia onze d mês de setembrodo ano de um mil, novecentos
noventa e quatro, reuniu-se no Templo Maçónico c Loja Juvino Oliveira, N° 46, sito à Av. Juvino
Oliveii S/N, Açailândia Maranhão os Demolays ativos regulares do Capítulo Eunápio Ataíde Pinheiro,
N°l 9! como também os representantes das Lojas Maçónica União e Fratrenidade Imperatrizense,
N°10, Doi Pedro I, N°13, Lauro Tupinabá Valente N°l( Lealdade e Justiça, N°31 (Imperatriz),
Heitor Corre: de Melo, N°19 e Juvino Oliveira, N°46 (Açailândia Estrela Rondonese, N°27 (Rondon
do Pará), ei sessão magna de instalação, iniciação, filiação e poss do Capítulo Demolay Evangelista
Mota Nasciment Júnior. A abertura dos trabalhos obedeceu à ritualistic da Ordem: entrada das
autoridades instaladoras maçónicas, asteamento da Bandeira Nacional. Os trabalhos foram
dirigidos pelo jovem Demolay Hodson Moreira, auxiliado pelos Eminentes Delegados de Grão-
Mestres: Eduardo Aquino Ribeiro (Pará) e Justino José de Sousa (Maranhão). A Ordem do dia,
obedeceu à ritualística e progamação organizada: instalação do Capítulo EVANGELISTA
MOTA NASCIMENTO JÚNIOR, número 238, filiação dos jovens Demoalays: - Gutemberg Mota
Nascimento, -Jorge Araújo Dias e - Wideglan Ferreira Mota, posse do Conselho Consultivo: -
Evangelista Mota Nascimento, - Dogival Gerônimo da Silva, - Mário Henrique de Sousa Lima, -
Jailton Alves de Oliveira, ; Manoel Ferreira Teófilo, - Rodrigo Rodrigues Mais, Silney de Oliveira
Budal, - Osmar Miranda Sirqueíra I e - Florentino Pedra, inicição de: - Bruno Sobreira, Ciro Almeida
Pessoa, - Edimar de Oliveira Nabarro, Flávio Alves Ferreira, - Fábio Martins Teófilo, -
Faustino José de Sousa Júnior, - Janieles Pinto de Brito, - José Carlos Conceição, - Marcos
Dias Nascimento, - Marilson Bandeira Pires de Melo, - Renam Arimatéia Maia, - Raimundo
José da Conceição, - Raimundo Nonato Sousa Lopes, - Railson Barros Rodrigues, - Sidney
Rosevelt Mendes, Siley Elcen Leite Santos, - Thonny Elcen Leites Santos, - Kerles José Sousa
Lopes, - Wendel Fabrine Ribeiro Sales, - Werberte Ribeiro Sousa, - Widean Ferreira Mota, -
Wesckley Ribeiro Sales e - Vi to Guimarães de Sousa. Terminado o cerimonial de iniciação,
procedeu-se a elevação do grau de Demolay de todos os iniciados e filiados. O tronco de
solidariedade colheu em medalhas cunhadas a quantia de 18,90 (dezoito reais e noventa centavos), que
foi debitado à tesouraria e creditado à hospitalaria do Capítulo, em seguida foi lido e aprovado o
Regimento Interno do Capítulo. A entrada da imprensa e demais convidados no Templo foi
franqueada, depois que todos se acomodaram, foi empossada a Diretoria do Capítulo, que ficou
assim constituída: Mestre -Conselheiro - Gutemberg Mota Nascimento; IoMestre-Conselheiro -
Jorge Araújo Dias; 2o Mestre-Conselheiro - Wideglan Ferreira Mota; Mestre de Cerimonia - Renan
Arimatéia Maia; Capelão - Edimar de Oliveira Nabarro; 1 ° Diácono - Sidney Roosevelt Mendes; 2o
Diácono - Raimundo Nonato de Oliveira; Porta Bandeira - Kerles José Sousa Lopes; Orador -Bruno
Sobreira; Escrivão - Marcos Dias Nascimento; Hospitaleiro - Wendel Fabrine Ribeiro Sales; Io
Mordomo -Werbeth Ribeiro Sousa; 2o Mordomo -Janieles Pinto de Brito; Sentinela - Faustino José
de Sousa Júnior; Tesoureiro - Raimundo José da Conceição; Mestre de Hamonia - Raimundo
Nonato Sousa Lopes; Porta Estandarte - José Carlos Conceição; Io Preceptor - Thonny Elcen
Leite Santos; 2o Preceptor - Ciro Almeida Pessoa; 3o Preceptor -Valdo Lopes do Nascimento; 4o
Preceptor - Siley Elcen Leite Santos; 5o Preceptor - Raimundo Barros Rodrigues; 6o Preceptor -
Marilson Bandeira de Melo e 7o Preceptor - Fábio Martins Teófilo. Na continuidade eles fizeram
a entrega de flores vermelha e branca aos convidados. A palavra a bem da Ordem foi concedida, fez
uso dela: Jane Maria Morais de Oliveira, que destacou na sua fala, a importância da Ordem
Demolay nesta cidade, parabenizou Evangelista Mota Nascimento, pela iniciativa de trazer para esta
região uma organização tão importante como esta,
cujo objetivo é ocupar os jovens da nossa cidade; Raimunda Ferreira do Nascimento leu a biografia do
I seu filho Evangelista Mota Nascimento Júnior, que emprestou seu nome a tão bela Instituição hoje
implantada nesta cidade. Paulo Humberto Sobreira representou todos os pais presentes, parabenizou o
amigo Evangelista Mota Nascimento, por ter a brilhante iniciativa de trazer a Ordem Demolay para
Açailândia, dando assim condição aos jovens desta comunidade fazerem novos progressos na nossa
sociedade, progresso este que certamente fará com que eles esqueçam as vaidades do mundo, das drogas
e da perdição. Raimundo Morais Pessoa declamou uma linda poesia homenageando os iniciantes e Evangelista
Mota Nascimento por ter trazido para Açailândia tão sublime Instituição (a Ordem Demolay),
João Crisortes Oliveira, falou sobre a sua experiência com jovens, resaltando que os medrosos não se
apresentam ao trabalho, os covardes se esquecem da verdade, os humildes fazem os trabalhos sem olhar as
criticas efetuadas pelos falsos amigos. Eduardo Aquino Ribeiro reperesentou o Grão-Mestre da Grande Loja
Maçónica do Pará e também Presidente da Oficialaria da Ordem Demolay nos Estados do Pará e Amapá,
Irmão António Pereira Mendes, que por motivo de saúde não pode se fazer presente em tão magnânima
reunião, mas, com muita honra o representava. Parabenizou Evangelista Mota Nascimento, pela
coragem e determinação em trazer para o Maranhão um Capítulo Demolay e finalizou dizendo que sua
experiência com jovens, demonstra claramente que a determinação é um dom do homem que gosta do progresso
e o bem estar de sua gente, Evangelista Mota
Nascimento agradeceu os elogios que a comissão instaladora fez e os demais convidados presentes, e
encerrou sua fala fazendo uma oração a Deus. Dele pediu sabedoria para continuar tendo disposição para
ajudar a nossa gente. Finalmente Hodson Moreira encerrou os trabalhos pedindo encarecidamente aos
tios maçons, tias e demolays de Açailândia, o total apoio ao tio Evangelista Mota Nascimento, pois sem
este integral apoio o Capítulo poderá fracassar, pediu a conclusões dos trabalhos ao Orador, que foram
justos e perfeito, decerrou o pavilhão Nacional com uma calorosa salva de palmas e mandou que todos se
retirassem do Templo, para em seguida serem servidos com um jantar de confraternização. Eu, Evangelista
Mota Nascimento secretário adoc, lavrei a presente Ata, que é assinada por mim, Mestre -Conselheiro e
Escrivão deste Capítulo desde que estejam de acordo com os termos que nela há.
CONCLUSÃO
Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre.
Levanta-se o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, onde nasce de novo.
O vento vai para o sol e faz o seu giro para o nortr; volve-se, e revorve-se, na sua carreira, e retorna
aos seus circuitos.
Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para
lá tornarma eles a correr.
Todas as cousas são canseiras tais, que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver,
nem se encherem os ouvidos de ouvir.
O que foi é o que há de ser; e o que se fez isso se tornará a fazer nada há, pois novo debaixo do sol.
Há alguma cousa de que se possa dizer: Vêr, isto é novo? Não! Já foi nos séuculos que forma
antes de nós.
Já não há lembrança das cousas que precederam; e das cousas posteriores também não
haverá memória entre os que hão de vir depois delas.
Ec. 1:4-11.
FONTES E CONSULTAS
Constituição de Anderson, editada pelo Confederação Interamericana da Maçonaria
Universal.
Regulamento Geral da Ordem Maçónica,
editada pelo pela Grande Loja Maçónica do estado do Pará.
Revista A Trolha, de estudos maçónicos editada pelo A Trolha - Londrina Paraná.
Revista de estudos maçónicos Astréa,
editada pelo Supreno Conselho do grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceite da Maçonaria para a
República Federativa do Brasil - Rio de Janeiro.
Jornais: Arca da Aliança, editada em São Paulo, Astréa, editada no Rio de Janeiro, Esquadro
editada em Brasília-DF. Integração, editada em Belém do Pará, O Vigilante, editada em Belém do
para e Pedra Polida editado em Imperatriz.
Documentos da Loja Maçónica Juvino Oliveira, N°46, União e Fraternidade
Imperatrizense, N° 10 e Supremo Conselho da Ordem De Moley para o Brasil.

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Mestre não é só aquele que ensina, mas também, aquele que aprende com seus alunos. "Evangelista Mota Nascimento"